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. . : : e t i c a t : : . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . e t h i c a l . . f a s h i o n ! Roubem a minha idéia de eco-calçado! Numa situação das mais kafkanianas possíveis, um dos meus profs. mais competentes, inteligentes, respeitados Bem, se na minha vida real uma das coisas que estão pegando é o professor tipo Anna Wintour da Vogue ou Miranda Priestly de O diabo veste Prada, aqui no blog o que tá pegando são os calçados ecológicos. A idéia que vou propor, e eu espero que vcs a "roubem" mesmo, porque aí se consolidará moda e deixará de ser tendência distante de pelo menos 03 anos aos brasileiros, é a seguinte: - de um lado, temos a realidade que os calçados de Nova Serrana são principalmente esportivos e as empresas competem por preço. Inúmeras empresas copiam descaradamente marcas mais famosas como All-Star. Veja só alguns nomes de empresas-cópia: Rebot (prima pobre da Reebok), Adam (irmã da roça da Adidas) e Trynow (amiga falsa da Try On). O cenário principal é de empresas sem identidade e de produtos idem. Claro que há exceções, projetos e empresas que merecem aplausos. - o público-alvo são principalmente os jovens e os adultos, da classe C. - é importante observar certos fatos que sucedem à dinâmica das empresas. Recentemente, saiu naquele panfleto ordinário que se chama revista Veja uma matéria até que interessante com o Tom Ford. Quando o Tom Ford saiu da Gucci, logo lançou um perfume com seu nome. Estranho não?, pois ele nem tinha uma marca com seu nome. Mas aí que tá o pulo do gato: o cara aproveitou-se de ser o renomadíssimo estilista da Gucci (fez carreira em outras maisons ainda) e inverteu o caminho natural das marcas de moda que primeiro se consolidam na segmento de vestuário, seguindo alguns acessórios, depois algumas bijuterias e/ou jóias e finalmente, lançando um perfume. Ao lançar primeiro o perfume, Ford obteve a grana necessária pra então financiar e lançar uma linha de roupas masculinas em seu nome, para a classe AAA. E consolidou rapidamente a marca que elva seu nome. - uma empresa como a Natura, genuinamente brasileira, investe há mais de 20 anos em produtos éticos / ecológicos. Mas foi nos últimos anos que ela realmente foi percebida pelo público, pela mídia, e está na moda. Qual a vantagem que ela tem em relalção às empresas concorrentes de "eco-cosméticos"? Oras, ela saiu na frente dessa tendência há mais de 20 anos e além de ter desenvolvido sua tecnologia, ter tido mais tempo de estudar o mercado, etc, ela se consolidou no mercado. - e o que que tem a ver perfume com calçado? É que essa dinâmica está acontecendo em empresas de calçado para testar o mercado. Observe a Rainha (já citada em post antigo), que lançou no ano passado uma linha de camisetas com tecido sustentável. O que a Rainha tá querendo? Ver "qualé", testar se as pessoas vão comprar mesmo roupas naturais. Porque aí sim, se há mercado pra isso, então a Rainha, que é uma marca de calçado, poderá lançar futuramente calçados ecológicos/sustentáveis. - outro fato. Quando as pessoas vão comprar seja uma roupa ou um calçado, a primeira coisa que define a escolha do produto é a cor, em seguida é a modelagem. Um bom calçado deve ter uma cartela de cores interessantes e atuais e ter uma modelagem diferenciada. - observe a modelagem diferenciada do solado de borracha da linha Varsity da All-Star http://www.converse-allstar.com.br/product/sub_category.aspx?category_id=7, dos sneackers femininos da Reebok (eu tenho um! todas as mulheres do mundo tem! ehehe) http://www.reebok.com/US/#/womens e da Puma by Alexander Mcqueen: http://alexandermcqueen.puma.com/ - observe as novas modelagens de cabedal da Terra Plana http://www.terraplana.com/welcome.aspx?AspxAutoDetectCookieSupport=1, da Po-Zu http://www.po-zu.com/english.html, ou melhor, pra poupar tempo, acessem logo o site da Adili Ethical Fashion e confiram http://www.adili.com/shoes/ . Há dobraduras nos tecidos, costuras e tecidos por cima da borracha do solado, novos cortes! - essas novas configurações de solado e cabedal são o que há! É isso que vai pegar nos próximos anos! - os calçados da Adili são apenas algumas das marcas, como Patagonia, que tem uma preocupação ambiental e/ou com algum aspecto da Moda Ética. - as principais marcas que estão oferecendo um "eco-calçado" estão concentradas na Europa e nos EUA - isso porque, como já abordamos em post anterior, esses são mercados têm poder de escolha, isto é, podem optar por, de repente, pagar uns euros ou dólares a mais num produto que não é apenas um calçado funcional ou um objeto hypado, mas tem um conceito ecológico / ético. - no Brasil, a Moda Ética ainda é insiginificante e caminha a passos lentos. - então a minha idéia é uma linha de calçados com o conceito da sustentabilidade, modelagem e cores diferenciadas (na minha opinião, a Nike é a que melhor sabe usar uma cartela de cores), com solado reciclado, cabedal feito de tecidos reciclados ou reaproveitados (como a lona de caminhão) ou até materiais alternativos (pois não usam até couro de tilápia?). E deverá ser embalado não numa caixa retangular de papelão, mas em sofisticadas sacolas de tecido, ou seja, reuso das embalagens. Pois bem, eu espero que muitas pessoas da área de calçado vejam esse post, pensem no assunto, e comecem logo a desenvolver suas linhas de "eco-calçado". Porque não adianta nada ser o primeiro a lançar um produto que aposta numa tendência: o povo não compra produtos com informação de próxima tendência, mas com certeza de moda. E como dizia Martin Luther King, "I have a dream..." Eu tenho o sonho de que a moda de produtos éticos seja uma forma de educar as pessoas a consumirem produtos de empresas que respeitam a cultura na qual estão inseridas, o meio ambiente, seus trabalhadores e seus consumidores. E meu prof. diabólico demonstrou desinformação ao mostrar como exemplo a linha de calçados de uma menina lá da UEMG, Marina Borja http://www.marinaborja.com.br/index_content.html Ele quis me dar um exemplo de como fazer um bom projeto de calçado, mas mostrou foi mesmo um exemplo de tudo o que não se deve fazer em um calçado: pra começar, a coleção é pretensiosa (cadê as referências que o conceito diz ter de anos 20, 40 e 80? tão sutis, quase invisíveis assim?), a modelagem dos sapatos é o mais careta possível, as cores são "quadradas" e aquela modelagem com elástico nas botas tá bem fora de moda... Ora, francamente! Veja aqui alguns links sobre esse universo ecológico, além dos já citados no corpo do post e linkados à esquerda:
Escrito por Lu Duarte às 10h49 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] O backstage do couro vegetal Essa matéria eu transcrevi de uma apostila do Anglo, já tem tempo. Quem quiser tradução, copie e cole o texto no translate do Google. Segue ae aquilo que não dizem sobre o famoso couro vegetal desenvolvido no Brasil por Beatriz Saldanha e sua empresa Amazon Life!Fragmentos de matéria compilada da revista Newsweek International – Feb. 16, 2004JUNGLE ECONOMICS – Environmentalists thought they could save the rain forest and make money at the same time. They were wrong. [Mac Margolis] This time last decade, the world was worried sleepless over the fate of the Amazon rain forest. Beatriz Saldanha decided to do something about it. So she shut down her beachwear business in Rio de Janeiro and grabbed a backpack. Her plain: to bring an isolated community of Amazonian forest dwellers into the global economy. It was a loopy idea. And it worked. By bathing sheets of raw cotton in latex, gently milked from wild rubber trees, she came up with “vegetable leather”, a tough, pliable fabric that could be fashioned into jackets, jeans and tote bags. Today her company, Amazon Life, is an international brand, with upmarket clients like Hermés, the Dutch bicycle maker Giant and the British cosmetics label Lush. But all that may soon collapse. Despite a modest operating profit, Amazon Life is $ 1 million in the red. Now its major creditor, the government owned National Social Development Bank, is threatening to foreclose. “To us”, the bank told her recently, “your company has failed.” […] The big question behind the struggling eco-enterprises is whether preservation should be seen as a business at all. Three years ago Pirelli, the Italian tire maker, launched the Xapuri, a truck tire made from latex from the wilds of Acre. Pirelli loses money on the deal, but it reaps a social dividend for assisting impoverished rubber tappers, who, but for subsidies, might have disappeared long ago. “If you apply the law of the market, you are going to create false expectations”, says Beatriz Saldanha. Saving the wilderness, she knows, is a worthy effort in its own right, and one that society must underwrite. The rest is a green illusion. - fate: destino - to grab: agarrar - backpack: mochila - dweller: quem insiste em algo - loopy: curva - sheet: lençol - raw: cru - pliable: flexível - to reap: ceifar - rubber tapper: explorador de borracha - to underwrite: sublinhar Escrito por Lu Duarte às 08h14 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Bacharelado em Têxtil e Moda - USP O post ficou GIGANTESCO Segue aí o e-mail trocado com o cara, a estrutura do curso, o perfil do graduando e toda a estrutura curricular! Divirtam-se! Ou melhor, estudem!!! Escrito por Lu Duarte às 08h07 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Cara Luciana, Prezado Dr. Moacyr Martucci,
2. Há a possibilidade de ingressar no curso de graduação em Têxtil e Moda por alguma forma que não o vestibular tradicional? Caso haja análise de currículo, a produção acadêmica é analisada do ponto de vista quantitativo (pr ex., número de artigos publicados em congressos) ou do ponto de vista qualitativo (ex., relevância de artigos na área de têxtil e moda).
3. Caso caiba a outra pessoa, que não o sr., responder essas dúvidas, o sr. poderia me dar tal contato de e-mail ou telefone?
Att., Escrito por Lu Duarte às 07h58 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Bacharelado em Têxtil e Moda – USP Concebe e desenvolve projetos e pesquisas tecnológicas e estéticas, que visam a produção de materiais têxteis e sua utilização pela sociedade, incluindo suas aplicações na indústria da moda e do vestuário. Coordenador do Curso: Prof. Dr. Moacyr Martucci Júnior Suplente: Prof. Dr. José Jorge Boueri Filho Duração do Curso: Ideal: 8 semestres Mínima: 8 semestres Máxima: 12 semestres Vagas Anuais 60 vagas (Matutino) Escrito por Lu Duarte às 07h58 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] O profissional: O profissional graduado neste curso terá uma visão completa do setor Têxtil e de Moda, tanto em termos práticos como teóricos. São estudados desde o processamento de matérias-primas até o lançamento de coleções. Com uma formação ampla e eclética, estará capacitado a projetar e coordenar as diversas atividades que compõem a cadeia têxtil, desde a produção de fios e tecidos e automação na indústria até o projeto de coleções e acessórios de moda. Mercado de Trabalho: O curso de Têxtil e Moda está organizado para que o aluno tenha compreensão das três grandes áreas do setor: tecnologia (de material e produção), gestão e design e moda. Sua capacitação lhe permitirá atuar em qualquer empresa desse setor, desde as micros até as grandes empresas transnacionais, bem como na área acadêmica de ensino e pesquisa. Escrito por Lu Duarte às 07h58 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] ESTRUTURA DO CURSO 1. INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A indústria Têxtil, como produtora de um dos artigos de consumo mais essenciais das populações, foi sem dúvida nenhuma, a principal indutora do crescimento industrial da maioria dos países desenvolvidos e também de muitas das chamadas economias emergentes. No Brasil, esse setor industrial apresenta períodos de grande expansão intercalados de outros de menor atividade, porém com grande relevância no contexto do desenvolvimento e industrialização de nosso País, bem como de forte impacto social. Com a abertura de mercado à concorrência externa e, mais tarde a estabilidade econômica, todos os setores viram-se desafiados a melhorar sua competitividade, empreendendo um árduo esforço de modernização tecnológica com a finalidade de concorrer com produtos oriundos de importação. Atualmente, o mercado têxtil mundial vem registrando significativa expansão, seja pelos volumes produzidos ou simplesmente pelo comércio entre produtores e consumidores. Outros fatores que devem ser considerados nesse crescimento são o uso de novas matérias primas e processos de acabamento e possibilidade cada vez maior de fibras artificiais e sintéticas, deixando o fornecimento de fibras independente da sazonalidade de safras de fibras naturais (como por exemplo, o algodão). O Brasil, como produtor de artigos têxteis, tem exercido um papel importante no mercado mundial, ocupando posições de ponta no disputado cenário comercial global em pesquisas realizadas por organismos internacionais como a OMC (Organização Mundial de Comércio) e, com isto demandando uma necessidade crescente de mão de obra especializada. A Universidade de São Paulo atenta ao desenvolvimento nacional e fonte reconhecida de geração de conhecimento introduziu o curso de Bacharelado em Têxtil e Moda a fim de suprir as lacunas de recursos humanos do mercado têxtil brasileiro. O profissional formado nesse curso terá a missão de participar da expansão, da atualização e da manutenção do parque industrial têxtil brasileiro. 2. PROJETO PEDAGÓGICO Objetivo do curso O Curso de Bacharelado em Têxtil e Moda tem como objetivo, formar um profissional, com capacidade técnica, artística, crítica e empresarial, condizente com o nível universitário e, apto a atuar nas áreas de tecnologia ligadas à produção têxtil em geral. O profissional formado estará capacitado a conceber novos tecidos para as mais diversas aplicações e métodos para criação e produção de roupas e acessórios. Esse profissional poderá atuar de forma independente, como um profissional liberal, elaborando projetos para a indústria de confecções, ou para as indústrias têxteis, ou para a indústria e segmentos econômicos usuários de produtos têxteis, ou vinculado funcionalmente a empresas. Finalmente, poderá ainda atuar nas áreas de pesquisa, crítica e ensino. Escrito por Lu Duarte às 07h57 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Perfil do graduando Escrito por Lu Duarte às 07h57 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Escrito por Lu Duarte às 07h56 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
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Escrito por Lu Duarte às 07h40 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Escrito por Lu Duarte às 07h39 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Blogosfera da moda Rolou em Sampa, nesse mês, o 1º Fórum Internacional de Blogueiros de Moda e Comportamento: http://youblogladob.wordpress.com/ Quem sabe no próximo evento, eu...! Imperdível o blog da inglesa Susanna Lau. Em menos de dois anos ela virou referência no universo fashion. Seu blog foi eleito pelo jornal "The Observer" como um dos 50 blogs mais poderosos da Inglaterra. Confiram: http://stylebubble.typepad.com/ E meu ego não cabe em mim! O nosso blog de Moda Ética foi indicado, com direito a post dedicado, no blog de Sônia Duarte, uma das maiores conhecedoras de modelagem no nosso país! http://modelagemmib.blogspot.com/2008_07_03_archive.html É muito gratificante! Sejam bem-vindos! Se quiserem comentar algo ou entrar em contato, é só me mandar um e-mail! Escrito por Lu Duarte às 12h37 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Slow Fashion Yeah, we're back! From hell!!! Ilustrissímos visitantes do blog, nessas férias observei um fenômeno muito auspicioso: o blog bateu recorde de acesso! Então, tomei a resolução de honrar a visita seja lá de quem for, e postar alguma coisa relevante diariamente - bem, tentarei! Afinal, são mais de 20 acessos diários - uma enxurrada pra este sitezinho de layout vagabundo e miníma divulgação. Bem, sem mais tergiversações, vamos ao que interessa: Slow Fashion! Se uma face da moeda da moda é o Fast Fashion, fenômeno que consagrou a Zara (e já abordado em post antigo por aqui), a outra face é o Slow Fashion. Essa onda "slow motion" surgiu na Europa já tem algum tempo - eu tomei conhecimento disso há +/- uns 08 anos. Além do fashion, o slow tem o sufixo food, o qual o tornou mais famoso. Slow food é o arquiinimigo do fast food, ou seja, basicamente comer devagar, mastigar bem os alimentos, ter uma alimentação saudável e viver o momento em que se alimenta. Esse mood de "viver o momento" de algo, sem pressa, é o estandarte do movimento slow. Slow é uma forma de resistir aos empregos escravocratas (que escravizam a saúde e o humor), ao bombardeio de informações, ao estilo de vida citadino, em suma, slow é uma forma de resistência aos tempos modernos. No nosso caso, o que interessa é o sufixo fashion. Slow fashion é uma forma de resistir às tendências, aos modismos, às modas, que leva em consideração as pessoas e o meio ambiente, e pretende durar mais que o tempo. No entanto, esse movimento na Moda (que também não deixa de ser moda), não diz respeito exclusivamente a roupas atemporais, ao clássico, ao estilo elegante ou à alfaitaria, mas principalmente ao consumo sustentável. By the way, você sabia que os britânicos, povo fashion por natureza, jogam fora um milhão de toneladas de roupas por ano?! Bem, vamos pensar um pouquinho... Um consumo sustentável de roupas não significa necessariamente viver com um número espartano de peças, mas sim comprar apenas roupas que serão vestidas mesmo quando a moda da estação dessas roupas passar. Isso não implica em escolher as roupas mais caretas, classiconas, só vestir esporte fino e tons de bege com cáqui. O consumo sustentável permite que as roupas mais hypadas da estação sejam adquiridas sim, desde que o consumidor tenha a consciência de essas roupas continuarão atemporais em seu estilo pessoal e, portanto, serão descartadas tardiamente. Nem precisa dizer que o Slow Fashion é uma das faces da Moda Ética. Escrito por Lu Duarte às 02h24 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] European Eco-label e LCA Site do Eu Eco-label: http://www.eco-label.com/default.htm "Ajudando os consumidores europeus a distinguirem os produtos mais "verdes", mais sustentáveis e de melhor qualidade."
Lembrando que a Europa está anos-luz na frente do Brasil em pesquisas de ciclo de vida do produto e desenvolvimento de produtos sustentáveis do berço ao túmulo. O ciclo de vida de um produto é coisa séria lá. Mazini e Vezzoli, autores de "O desenvolvimento de produtos sustentáveis" (Edusp), abordam algumas das ferramentas que auxiliam na concepção desse tipo de produto, disponíveis principalmente na Europa, para a análise do Life Cycle Assesment (LCA). Abaixo, um pouco que fichei do livro todo:
Escrito por Lu Duarte às 21h01 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Um estilo ético está na moda! Expressões novas surgem o tempo todo no mundo da moda. Geralmente, elas estão relacionadas ao estilo do momento. E, muito comum, elas nascem no mundo GLSBT e dos stylists (principalmente no conjunto intersecção entre esses dois mundos). Nos últimos tempos, o "cool" (algo ainda mais bacana que o legal) desceu aos trópicos. Tem uns 10 anos que escuto dizerem "hype" (algo como "superestiloso", "super-in"). O próprio "in" siginifica "estar dentro" da moda, da onda, do contexto. Mas, mais cool, mais hype e mais in, hoje, é ser "boho" ou "hi-lo"! Bem, boho é o novo hippie-chic. Já disse em posts antigos que a elegância despojada é uma das mais fortes tendências. Em minhas pesquisas de joalheria (coisas secretas da iniciação científica! ehehe), vejo muito o "boho" pra lá e pra cá... No mundo das jóias (um subconjunto do mundo da moda), boho tem a ver com a mistura de materiais nobres com outros pobres. Por exemplo, um trabalho lindo Se o estilo boho tem como expoente Sienna Miller (atriz, rolo de Jude Law e sócia, com sua irmã Savannah, da grife Twenty8Twelve, http://www.twenty8twelve.com/), o estilo hi-lo certamente tem como estrelas maiores as personagens de Sex and the City. Hi-lo é a junção de high + low. No contexto do estilo lançado pela grande figurinista Patricia Field, responsável pelo figurino de n-filmes, como O Diabo Veste Prada, high Podemos apreender que é possível um Estilo Ético, o qual, inclusive, está na Moda! Abaixo, uma imagem (a mesma de uma reportagem na Vogue de dez/2007) que ilustra o conceito do estilo ético e da tendência da elegância despojada. Observação 1: essa imagem é da grife Twenty8Twelve, que não tem nada de ético: as roupas que as meninas fazem não são sustentáveis e nem tem muita identidade, elas apenas estão na moda do estilo ético do boho e do hi-lo. Observação 2: não confundir estilo com moda com modismo - mas essa distinção eu deixo pra outro post! Risca-de-giz (padrão elegante), pés descalços (despojamento); cabelos milimetricamente desgrenhados (a despretensão é proposital). Escrito por Lu Duarte às 19h21 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Qual é a alternativa natural ao algodão? Esse mês recebi a newsletter da Adili com a pergunta acima. Se vc não estiver disposto a ler os posts abaixo, que eu não me dei ao trabalho de traduzir, saiba basicamente destas coisas:
Saiba que:
Escrito por Lu Duarte às 03h45 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Natural rubber
Escrito por Lu Duarte às 03h36 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Tencel fabric
Escrito por Lu Duarte às 03h31 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Bamboo fabric
Escrito por Lu Duarte às 03h29 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Hemp fabric Esta notícia não é para os bichos-grilos!
Escrito por Lu Duarte às 03h26 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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