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. . : : e t i c a t : : . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . e t h i c a l . . f a s h i o n ! Talentos do Brasil em Brasília 2009: moda da agricultura familiar no Capital Fashion Week 13/03/2009
A nova coleção do Programa Talentos do Brasil entrou na passarela do Capital Fashion Week no início da noite desta sexta-feira (13), em Brasília (DF). Foram 23 looks, resultado da dedicação e do trabalho cuidadoso de duas mil artesãs que utilizam matérias-primas encontradas na biodiversidade da agricultura familiar, de forma sustentável, para a produção das peças. O Capital Fashion Week 2009 segue até sábado (14), no Teatro Nacional. Fonte: Ministério de Desenvolvimento Agrário - Brasil: http://www.mda.gov.br/portal/index/show/index/cod/134/codInterno/20396 Escrito por Lu Duarte às 19h03 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Free Croquis Croquis de moda pra download! Free Croquis: http://freecroquis.com/ Escrito por Lu Duarte às 18h54 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Oficina de Estilo + Auá + Indianismo Dois bons blogs pra gente conhecer: O primeiro é o da Oficina de Estilo, muito bem feito e com ótimos posts sobre style! Oficina de Estilo: http://www.oficinadeestilo.com.br/blog/ O segundo é o da Auá, uma marca mineira que trabalha muito bem o conceito de Moda Ética e de Moda Mineira. Dá gosto de ver! Vou procurar uma loja deles pra experimentar as roupas! Pessoalmente, achei lindo, lindo, lindo... Vale lembrar que os índios sempre foram um tema recorrente para caracterizar algo (produto, marca, etc.) como nacional / brasileiro. Isso tem sido feito desde os tempos de representação gráfica na colonização. Mas fica forte mesmo é no movimento do romantismo, em que um dos traços é o indianismo... Só que, na hora de representar isso no Estilo da marca, a gente tem que tomar cuidado, para:
A Auá é muito feliz no Estilo de Moda Ética Mineira!!! Amei!!!
Fiquei fã desse vestido azul, de recortes de formas geométricas que remetem às formas indígenas, são como labirintos na água: correntezas. Bem, pra mim há muita poesia aí! Olha só que legal como esses vestidos conversam com os tape dress de Alaiä!
Auá: http://studioaua.blogspot.com/ Indianismo É o medievalismo "adaptado" ao Brasil. Como os brasileiros não tinham um cavaleiro para idealizar, os escritores adotaram o índio como o ícone para a origem nacional e o colocam como um herói. O indianismo resgatava o ideal do "bom selvagem" (Jean-Jacques Rousseau), segundo o qual a sociedade corrompe o homem e o homem perfeito seria o índio, que não tinha nenhum contato com a sociedade européia. Fonte: Wikipédia Essa idéia do índio tem tudo a ver com o conceito de sustentabilidade, de procurar um mundo mais harmônico, equilibrado, perfeito. Verdes em Minas: Auá02.05.2009
Desfile coletivo de pré-verão com look Auá Roupas deliciosas - daquele tipo que você sente vontade de vestir de tanta cara de conforto que elas têm. A Auá de Clarissa Guerra existe há 7 anos e era vendida em Trancoso no começo, onde fazia sucesso entre os turistas que passavam por lá do mundo inteiro: “Mas sentimos necessidade de fazer atacado e começamos há 2 anos, não dá pra manter só o varejo”. Além de usar muito tecido natural, como algodão, organza de seda e linho, Clarissa já trabalhou com fibra de bambu e poliéster de garrafa Pet. Também existe a preocupação de poluir menos: ela usa estamparia digital (que não suja água com tingimento) e processo de corrosão para fazer poá e listras nos tecidos. A sustentabilidade é outro tema que permeia a história da Auá: ela faz parcerias com tribos indígenas para a criação de estampas, e uma porcentagem da renda é revertida para elas.
Arara da Auá no Minas Trend Preview Pra conhecer mais, acessendo blog da Auá. Ou confira as peças ao vivo: elas são vendidas na Conceito: Firmacasa, em SP; na Dona Coisa, no Rio; e no próprio estúdio em BH. Fonte: http://www.lilianpacce.com.br/tag/aua/ Escrito por Lu Duarte às 09h16 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Como tudo começou... Eu não podia dormir sem essa! |
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A abordagem hiper superficial da Moda + Sustentabilidade só podia ser da Vogue!
ECO FASHION SUPERSTAR |
| Written by Eva Anastasiu | |
| Monday, 18 May 2009 | |
| Cameron Diaz is on the cover of the June 2009 Vogue, the green issue, and we are impressed! Beyond the fact that she looks radiant and the pictures are beautiful (Mario Testino), Tonne Goodman, Vogue’s fashion editor, really know her green. Mixing high-end labels with an eco touch such as Stella McCartney and 3.1 Phillip Lim with tried and true (and more affordable) ethical brands such as Hessnatur and Del Forte denim, and even stylish vegan sandals by Olsen Haus. Goodman puts together a look that is effortless summer at its best. In the article, Cameron explains her take on green to writer Robert Sullivan. He writes: “Her recent MTV series, Trippin', was a travelogue that explored environmental concerns, a celebrity twist on the nature shows of the sixties, with Cameron taking the rapper DMX camping in Yellowstone, or Eva Mendes to explore Nepal. A New York Times critic praised Cameron for combining "school and recess". She wasn't using the show to make herself more of a star; she was using her celebrity to lure young people to the cause of conservation. Which is something to note about Cameron Diaz early in the trip, before we get too far from L.A.: She's clearly not looking to be a poster girl for the environmental movement. She is there for the environment if it needs her, buying carbon offsets with no great fanfare, making ecologically sensitive shopping choices quietly and happily. She is trying hard not to preach or scold. Of her Prius she says, "It's just a car." She has had one for years, before they became (her dream come true) popular. "It's just a choice people can make." Thanks to Kate of Kaight for the tip! Fonte: http://www.ecofashionworld.com/Players/ECO-FASHION-SUPERSTAR.html |
A notícia é velha (a culpa é minha que demorei mais de ano pra digitar isso
), mas importantíssima. Taí um calçado realmente sustentável!!!
Pesquisadores desenvolvem método para agilizar a produção calçadista
“O objetivo é que seja um sapato fabricado da forma mais automatizada, uma vez que completamente não é possível”, afirma a pesquisadora do Centro Tecnológico do Calçado de Portugal (CTCP), Maria José Ferreira, uma das integrantes do CTCP em São João da Madeira (Portugal). Lá está sendo desenvolvido, em parceria com outras instituições e empresas, o projeto “CEC-made-shoe”, uma plataforma de pesquisa que visa criar novos conceitos, materiais, produtos, ferramentas, processos organizacionais e produtivos, assim como novos equipamentos para o setor calçadista.
Sob amparo do CEC, a equipe da qual Maria José Ferreira faz parte já desenvolveu o BioShoe – um sapato biodegradável, o ActiveShoe – com capacidade de adaptação às alterações do ambiente de uma forma “inteligente” para controle de temperatura, umidade relativa, odores, etc., e apresenta agora o SnapShoe ou Seamless Shoe, um sapato com o mínimo de costuras, reduzindo consideravelmente a mão-de-obra e os custos de produção.
Para chegar a este resultado os pesquisadores estudaram em várias linhas. Primeiro foi necessário proceder à reengenharia dos modelos de calçado. Depois, optou-se por colar o forro à parte externa logo numa fase inicial de fabricação. Na fase de decoração é que seria dado o grande salto.
Através da tecnologia laser, uma máquina imprime no sapato as gravações desejadas, permitindo também personalizar a parte externa. Mas os pesquisadores não pararam por aí e decidiram aplicar o mesmo processo nas solas, para aumentar a diversidade das mesmas.
Neste momento a máquina de cardagem automática a laser da Companhia dos Equipamentos Industriais (CEI) carda feitios que as máquinas de cardagem tradicionais não conseguiam. Com este novo equipamento, que valeu à empresa o prêmio GAPI (Gabinete de Apoio à Promoção da Propriedade Industrial) na categoria de “Equipamento Inovador”, é possível efetuar gravações ornamentais na parte externa e nas solas como nunca antes se viu. “Os outros levarão anos para ter essa tecnologia. Nisto estamos anos à frente”, salienta a pesquisadora do CTCP.
O processo de fabricação do SnapShoe já está sendo aplicado por algumas empresas, nomeadamente pela multinacional Ecco, em Santa Maria da Feira, que aplicou a técnica no seu modelo “Shark”.
No entanto, de acordo com Maria José Ferreira, para aperfeiçoar este conceito ainda há terreno a desbravar, particularmente na redução de costuras, que é a atividade que exige mais mão-de-obra durante todo o processo de fabricação do calçado.
O “CEC-made-shoe” é um dos projetos resultantes do ShoeInov, um programa que pretende colocar empresas, centros tecnológicos e universidades trabalhando em rede a favor do desenvolvimento de novos materiais, criação de equipamentos, implementação de processos produtivos e qualificação de novos quadros para as empresas. Até o ano de 2013, o programa traduz um investimento de 30 milhões de euros por parte do CTCP.
Fonte: revista Risa, Ano X, nº 34, Jan/Fev 2008, página 146, http://www.risa.com.br
Ecco: http://www.ecco.com/pt/pt/index.jsp
Companhia dos Equipamentos Industriais (CEI): http://www.cotecportugal.pt/index.php?id=210&option=com_content&task=view
Centro Tecnológico do Calçado de Portugal (CTCP): http://www.ctcp.pt/
Está rolando até dia 06/06/09 a 9ª edição do bazar Griffe Show, aqui em Belo Horizonte. Tem uns descontões de até 75% em roupas de coleções passadas. Mas não só! Tem também coleção de inverno 2009, com preços bons!
As marcas são ótimas:
Esse bazar sim é bom!
Semana passada, fui a um na Escola de Belas Artes da UFMG que a melhor coisa que estava à venda era o cachorro quente, o qual eu nem comi, mas estava com uma aparência melhor que a das roupas... Afff!!!
O que vale não é a intenção: são as roupas mesmo!!!
("marvada".... ehehe)
Griffe Show: http://www.griffeshow.com.br/
Empresa
Hang Liu
Sobre a empresa
Maior fábrica do mundo de acabamento de tecidos para cama, localizada em Jiangyin, a 150 km de Xangai
Setor
Têxtil – bens de consumo.
Produtos
Roupas de cama.
Histórico
Fabrica roupas de cama para as maiores marcas dos Estados Unidos, vendendo para lá 60% de as produção. A Hang Liu investiu, antes da crise, para dobrar seu parque fabril para os atuais 110 milhões de metros de tecido por ano.
Sofreu com a crise?
Sim, segundo executivo da empresa, “até o ano passado funcionávamos 24h por dia, sete dias por semana. Agora, funcionamos apenas cinco dias”
Recebeu ajuda do país?
Ao que se deduz da reportagem da Veja, não; pois outras empresas chinesas, que sofreram com a crise, mas que receberam ajuda do governo em pacote econômico que as beneficiou, tiveram essa informação esclarecida na reportagem.
Como está reagindo?
Está direcionando a produção e vendas para o consumo interno (da China)
Quais atitudes relacionadas ao design essa empresa tomou?
Não se sabe.
Comentar a relação empresa – sustentabilidade
Provavelmente, uma das maiores empresas poluentes do mundo. A maior parte dos tecidos de cama costuma ser de algodão. Devido ao volume produzido de tecidos, é improvável que seja algodão orgânico, que não agride o meio-ambiente e ainda é pouco ofertado. Já o algodão não-orgânico é responsável pelo consumo de 25% de todas as inseticidas e de 10% de todas as pesticidas do mundo, além de utilizar muita água nas vastas plantações.
Não se encontra nenhum dado além desses na net, tudo uma compilação de resportagem da Veja recente. Sei que Hang Liu é uma pesquisadora renomada. Isso é tudo. ![]()
“O tecido de roupas, cortinas, estofados ou bolsas estará ligado a processadores capazes de realizar algumas tarefas. Essas inovações vão usar os recursos de uma camada de material que emite luz usando compostos orgânicos (os Oleds). Eles podem ser flexíveis e consomem menos energia que as telas de LED comuns em celulares, computadores e TVs. Por isso, podem funcionar com baterias microscópicas, com energia solar ou até com o calor de nosso corpo. O Instituto Hexagram, do Canadá, desenvolveu uma jaqueta experimental com monitores embutidos no tecido. As jaquetas sincronizam quando as pessoas dão as mãos, exibindo palavras. Outros tecidos podem usar essa tecnologia para receber mensagens. Eles seriam sensores capazes de reagir ao toque ou detectar os movimentos do corpo. Alguns poderiam ser programados para reagir a mudanças no corpo da pessoa. Já existem roupas que mudam de cor de acordo com a temperatura do corpo de quem as usa. Essa tecnologia levará aparelhos para monitoramento médico ou de atividades esportivas, como os medidores cardíacos hoje.”
Fonte: revista Época 25 de maio de 2009, nº 575, página 138
Hexagram: http://www.hexagram.org/
Redação do Site Inovação Tecnológica
17/05/2006
Os OLEDs, diodos emissores de luz orgânicos, já estão presentes nas telas da maioria dos telefones celulares e tocadores de MP3. Alto brilho e excelente qualidade de imagem, juntamente com baixo consumo de energia, são seus pontos fortes.
Mas os cientistas há muito sonham em desenvolver telas flexíveis utilizando os OLEDs. Isso não vinha sendo possível porque a camada que serve como eletrodo transparente, feita de óxido de estanho-índio, é extremamente quebradiça.
Agora, cientistas da Universidade de Montreal, Canadá, descobriram uma forma de construir uma camada condutora e flexível que, de tão fina, é transparente. Ou seja, a solução ideal para a fabricação de telas flexíveis de OLEDs.
A solução: nanotubos de carbono, utilizados como material de preenchimento de folhas que medem apenas alguns nanômetros de espessura. O processo é muito parecido com o utilizado para a fabricação de papel. Além da celulose, o papel leva uma "carga", geralmente uma argila, chamada caulim, que preenche os espaços vazios da celulose e dá o aspecto final do papel.
É assim que são utilizados os nanotubos de carbono para a fabricação das camadas flexíveis. "Estas folhas preservam a condutibilidade e a flexibilidade dos nanotubos de carbono e são finas o suficiente para serem transparentes," Richard Martel, explica um dos autores da descoberta.
"Aplicando um tratamento químico apropriado, elas podem também, em princípio, substituir os eletrodos metálicos, gerando OLEDs que emitam luz de ambos os lados," diz Carla Aguirre, outra pesquisadora do grupo.
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Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010165060517
Hoje, no trabalho, aprendi com a Heloísa, gerente de produção e "pau pra toda obra", que os jeans devem ser armazenados sem contato direto com a luz (seja ela natural ou artificial), pois ela pode "queimá-los", isto é, clareá-los em algumas áreas. Impressionante o tanto de coisa que eu aprendo com ela todo dia...
E ontem, viajei mais de 400 km com o chefe pra buscar o jeans orgânico e definir detalhes dos modelos do calçado ecológico numas cidades do interior de Minas. Foi bem legal fazer a hora extra até as 22h! Sério, foi um dia de muitotrabalho (desmaiei na cama sem tomar banho ehehe
), mas muito frutífico!
E meu chefe é um cara gente boa - talvez se não houvesse a necessária relação de profissionalismo (isso que é um certo distanciamento, uma reserva, um pensar antes de falar bobagem), o Cassius seria um dos meus melhores amigos. ![]()
Moda ética é isso também: boas relações no trabalho, valorização profissional, melhores condições de trabalho, harmonia, sinergia, bem-estar, bom humor, afinidades, reconhecimento, respeito e boa comunicação. A fração social da sustentabilidade não é apenas apoiar minorias sociais desfavorecidas.
Parafraseando o mote do símbolo-mor de empresa insustentável, o McDonald's: Eu amo muito tudo no meu trabalho!
Gosto ainda mais nos dias em que posso ouvir Pink Floyd incessantemente... ehehe! ![]()
The Clothes Show Live, Ghana. September 2009
Please contact Eric Manu for application forms and for more details on how to get involved in this bi-annual event in Accra. £1000
grant from the UKTI for London based designers.
Eric Manu: eric.manu@ldfs.co.uk

NEW YORK FASHION WEEK: THE FIRST EVER SUSTAINABLE FASHION RUNWAY
Nolcha, the online fashion portal, has invited Bel Esprit to produce a sustainable fashion runway event during New York Fashion Week, September 14-17, 2009
There are still opportunities to be a part of the event. ![]()
For more details contact belesprit@ureach.com
Nolcha: http://www.nolcha.com/
Bel Esprit: http://www.belesprit.net/v2/index.aspx
Mercedes-Benz Fashion Week: http://www.mbfashionweek.com/
http://www.manisharora.ws/ este link é do estilista Indiano Manish Arora. Com um trabalho forte e cheio de referências da sua origem, Manish tem feito algumas parcerias muito interessantes no mundo do design. O site é divertido e a proposta dele é um verdadeiro mergulho nas cores.
abs
Paulo André--
www.paulandredesign.blogspot.com
BRASIL: 13º LUGAR EM PRODUÇÃO CIENTÍFICA
Ultrapassando a Rússia e a Holanda, o Brasil alcançou a 13ª posição na classificação mundial em produção científica. Isto significa que o número de pesquisas científicas realizadas no Brasil aumentou mais de 50% de 2007 para 2008. Os dados foram divulgados pelo Ministro da Educação, Fernando Haddad, e constam da estatística realizada pela empresa Thomson Reuters, que contabiliza anualmente os números de trabalhos científicos publicados em 200 países.
Em 2007, os pesquisadores brasileiros publicaram 19.436 artigos em revistas indexadas, número que subiu para 30.451 em 2008. A classificação mundial é liderada por Estados Unidos, China e Alemanha. Com o aumento da sua produção científica, o Brasil passa a contribuir com 2,12% dos artigos de todos os 183 países.
Fonte: http://www.fapemig.br/info/destaques/destaques.php
Até eu publiquei artigo de design e ergonomia na Croácia, no ano passado...
País é o sexto em poder de compra
O Brasil passou a ocupar o sexto lugar na economia global, segundo o Banco Mundial. A instituição divulgou em dezembro os dados do Programa de Comparação Internacional (PCI), com 146 países. Pela paridade do poder de compra, o país passou de sétimo para sexto no ranking mundial e é responsável por metade da economia da América do Sul e por quase dois terços dos gastos governamentais da região.
Com o equivalente a 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, o país está empatado com o Reino Unido, França, Rússia e Itália. Na medida convencional, o Brasil é a sétima maior economia do mundo, com 2% do PIB, ao lado da Índia, Rússia e México.
O salto do Brasil na lista, segundo o Banco Mundial, se deve à nova avaliação. Em vez de utilizar a medida cambial, ou seja, converter o PIB em dólares, foi usada a paridade do poder de compra, que expressa os valores das moedas locais. Assim, segundo o Banco, “os números refletem o valor real de cada economia, com as diferenças sendo corrigidas em níveis de preços sem que sejam afetadas por movimentos transitórios de cambio”.
EUA e China. Os Estados Unidos continuam no topo do ranking, mas com uma economia menor. Enquanto pelo sistema cambial o país tem o equivalente a 28% do PIB mundial, pela paridade, tida como mais realista, tem 23%. Também fazem parte da lista China (segundo lugar), Japão (terceiro), Alemanha (quarto), Índia (quinto) e Espanha e México (empatados em sétimo).
Ainda segundo o Banco Mundial, pelas novas pesquisas, a China, do quarto lugar na economia mundial, passou ao segundo posto. A economia global produziu US$ 55 trilhões em mercadorias e serviços em 2005, sendo quase 40% desse valor oriundos de países em desenvolvimento. Pouco mais de 20% vêm da China, Índia, Rússia, Brasil e México.
Apesar de o Banco colocar o Brasil em sexto, empatado com Reino Unido, França, Rússia e Itália, ao se verificar os números absolutos de participação no PIB mundial, sem arredondamento, o Brasil ficaria em décimo. Enquanto o país respondeu por 2,88% do PIB, o Reino Unido teve 3,46%; a França, 3,39%; a Rússia, 3,09%; e a Itália, 2,96%.
Fonte: revista Risa, Ano X, nº 34, jan/fev 2008, página 158. www.risanet.com.br
Compilação de matéria da revista L’Officiel Brasil nº 30, abril 2009, páginas 48 – 51, extremamente bem escrita por Elle Alves [peço licença para reproduzir na íntegra]
Eco-tex
A Colombiatex de las Américas faz um preview do verão 2010 e aponta para a moda ecologicamente correta, acessível e com design apurado [ahahaha, adoro esses termos midiáticos esquisofrênicos como ‘design aprado’, ‘design arrojado’, etc.; deveria ser simplesmente ‘design’]
O celebrado desfile BeEcoChic que abriu a semana de moda de Nova York em setembro do ano passado destacou uma macrotendênbcia para o mercado de consumo e um desafio para a indústria têxtil e de confecção. Aplicar design arrojado em matéria-prima ecologicamente correta e produção ética realizada em grande escala parecia, porém, papo-cabeça de alguns entusiastas do planeta moda. Passados alguns meses, o movimento Go Green ganhou destaque na 21ª edição da maior feira de tecidos da América do Sul, a Colombiatex, e revelou que materiais e acabamentos que respeitam o meio ambiente estão prontos para tomar as ruas no verão 2010.
Entre os dias 27 e 29 de janeiro, na cidade de Medellín, na Colômbia, 410 expositores de fios, tecidos, aviamentos e maquinário fizeram um preview dos lançamentos para a próxima estação. Paralelo às discussões sobre a crise econômica mundial, taxas de importação e oportunidades de negócios – afinal, business é a palavra de ordem do evento que este ano fechou mais de 50 milhões de dólares em negócios – a atenção voltou-se para produtos “amigáveis”, que associam fibras naturais e tecnológicas, acabamentos que melhoram o toque e a aparência e preço competitivo. De acordo com Martha Calad, diretora do laboratório de Moda da Inexmoda, instituto para exportação e moda colombiana, produtos eco-tecno propõe equilíbrio entre sustentabilidade e inovação. Ela afirma que a moda do verão terá uma atitude reflexiva ao adotar roupas e acessórios que harmonizam ecologia e tecnologia. “Um comportamento de consumo que reside na conscientização de como preservar o mundo e destaca novas construções de tecidos não-poluentes”, conceitua.
A proposta defendida por Martha ganha força nas linhas de conceituadas empresas têxteis internacionais, como a turca Isko e a mexicana Kaltex. A primeira, considerada uma das maiores players internacionais no segmento índigo, investe em fibras de altíssima qualidade e em tecidos diferenciados. Seus jeans orgânicos ganham formas contemporâneas sob a etiqueta das marcas Kuyichi e Intoxica Jeans, grifes holandesas que seguem a cartilha da moda ética e despontam como as it-labels do denim arrojado. Já a Kaltex comercializa fios e tecidos com foco no mercado que opera com preços muito acessíveis, mas não abre mão da tecnologia de ponta no momento de inovar. A designer de tecidos da multinacional, Juliana Restrepo, defende que a novidade da estação está na composição tecnológica de fios mistos. “Misturamos poliéster com algodão líquido aplicado na diagonal da trama e, assim, a peça torna-se mais flexível em todas as direções”, explica.
Segundo Juan Paulo Hinestroza, diretor do Laboratório de Nanotecnologia Têxtil da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, as novidades mais representativas nesse setor se dão por causa da aplicação da nanotecnologia em produtos de alta performance no cotidiano. Depois de muitos anos aprimorando a utilização de micropartículas não-visíveis a olho nu em tecidos e fibras que se transformam para proporcionar bem-estar ao usuário, o recurso já integra a cartela de lançamentos de fabricantes que atendem a diversos mercados. “Seja popular ou sofisticado, o consumidor está atento aos efeitos funcionais das roupas”, afirma o cientista. A tecnologia Coldback, da empresa suíça Clariant, exemplifica as experiências do professor. Pablo Cadavid, gerente têxtil da fábrica, explica que uma camada invisível cobre o tecido e reduz a temperatura em até cinco graus. “Esse acabamento garante ainda proteção anti-UV”, completa.
O investimento em inovação é o carro-chefe da Tavex para a temporada mais quente do ano. A big empresa espanhola, que em 2006 uniu-se à Santista Têxtil, faz o lançamento global de duas linhas: a chamada Glass, com acabamentos que facilitam os trabalhos de contraste e desgaste do denim na lavanderia, e a celebrada Vision, feita com algodão orgânico certificado e acabamento a seco [é possível que eles sejam os fornecedores de jeans orgânico da Levi’s...]. Segundo Mónica Garcia, gerente de vendas na Colômbia, essas peças têm a responsabilidade de refletir o mood slow fashion. No flerte com a tendência, recursos como esses contam com os selos verdes, como o Bluesign, um certificado de que o produto é composto por substâncias de baixíssimo impacto ambiental. Até as empresas que não trabalham com orgânicos ou com o tag “eco” preocupam-se em operar dentro de normas que respeitem a natureza. A Vicunha, por exemplo, uma das 22 empresas brasileiras presentes na Colombiatex, não investe em eco-têxteis, mas usa o selo OEKO-TEX, a respeitada certificação ambiental que verifica o processo produtivo e, por meio da rígida auditoria, analisa se a indústria utiliza produtos nocivos ao ser humano. Segundo Fabio Sandes, analista de marketing de jeanswear da Vicunha, a atenção está na educação ambiental dentro da planta industrial e não apenas no produto final. “Reutillizamos 70% da água usada em todo o processo de fabricação do índigo e brim e desenvolvemos um programa de educação ambiental nas fábricas no Nordeste, onde os funcionários e os cerca de 7mil colaboradores são continuamente treinados na política de consciência ambiental e reciclagem”, relata. Para o verão, ele destaca os jeans que contam com o acabamento R-system, além de uma linha de produtos resinados, o que suprime etapas de lavanderia, diminui o impacto ambiental e ainda agiliza o trabalho dos estilistas que querem aspectos amassados, desgastados ou prensados nas peças.
A Cedro também investe nos acabamentos. Alessandra Leonel, gerente de exportação da empresa, conta que dez novos produtos foram lançados na feira e os highlights estão naqueles que não precisam de lavanderia para obter aspectos interessantes. Ela diz que tecidos coloridos e jeans levíssimos foram desenvolvidos para serem usados juntos, proporcionando conforto e ajudando o designer em criações diferenciadas. “O investimento pesado da indústria têxtil está nos acabamentos, porque trama ninguém muda”, defende.
A Horizonte Têxtil, contudo, aposta no aprimoramento de tramas para atrair mercados mais conscientes. O diretor comercial Sérgio Cricca ressalta o uso já experimentado e aperfeiçoado de materiais sustentáveis em produtos com melhor acabamento e possíeis de serem adotados em linhas de produção. Ele chama a atenção para a levíssima sarja feita com fios criados a partir de fibra reciclada de Pet e revela: “Atualmente esse tipo de tecido custa 20% a mais do que os produtos das linhas tradicionais”. Acessibilidade que vai ao encontro do movimento do mercado de consumo. “Não se trata mais de valor agregado, agora é uma exigência do consumidor e um dever da indústria”, defende Martha Cálad.
BeEcoChic: http://www.beecochic.com/
Cedro: http://www.cedro.ind.br/br/index.asp
Clariant: http://www.clariant.com.br/e2wportal/br/internet.nsf/directname/home
Colombiatex de las Américas: http://www.inexmoda.org.co/Default.aspx?alias=www.inexmoda.org.co/colombiatex09
Inexmoda: http://www.inexmoda.org.co/
Intoxica Jeans: http://www.intoxica.eu/
Horizonte Têxtil: http://www.horizontetextil.com.br/
Kaltex: http://www.kaltex.com.mx/
Kuyichi: http://www.kuyichi.com/
Vicunha: http://www.vicunha.com.br/br/home/home.asp
Ótimo site sobre o mercado de jeans: http://www.textile-info.com/1923.htm
Quando a seção de Moda do jornalzinho da Pampulha não tenta ser a Vogue, ela consegue ser bem válida. Segue então, um balanço do Minas Trend Preview e as informações de moda (ou tendências, pra quem quiser fazer uso incorreto desse termo) do verão 2010:
Fonte: Jornal da Pampulha, páginas 18 e 19, 9 a 15 de maio de 2009.
Hoje no trabalho, apareceram três moças lindas e simpáticas da Newcolor, uma empresa de etiquetas de Santa Catarina que tem uma linha de tags e etiquetas sustentáveis (verdadeiramente sustentáveis) incríveis!!! ![]()
Os materiais ecológicos são: jornal, papel de cebola, papel reciclado, feltro, garrafa pet, alumínio, recouro, papel de filtro de café (as tags que mais me encantaram), copos plásticos reciclados, papelão, etc.
Os projetos sociais envolvidos na confecção de certas tags e etiquetas são emocionantes. Eu segurei pra não chorar ali no meio da reunião ao ouvir uma história de um menino humilde relacionado a um dos projetos. Meus olhos ficaram “desse tamanho” de lágrimas contidas.
E é economicamente sustentável esse negócio, porque os preços são bons e valem a pena! ![]()
Newcolor: http://www.newcoloretiquetas.com.br/
Um representante da Santista/Tavex deu uma aula sobre os termos relacionados ao jeans, que muita gente ainda confunde. Em síntese:
Santista + Tavex: http://www.tavex.com/tavex_espanol/index_espanol.html
Abaixo, um e-mail do meu querido (tão educado, simpático, fofo...) prof. de Desenho e Ilustração de Moda na UFMG, Paulo André Ferreira:
http://www.style.com/fashionshows/complete/F2009RTW-JSAUNDERS indico hoje o estilista Jonathan Saunders. Ele tem um trabalho pouco divulgado e muito bom. Trabalha num conceito parecido ao de Balenciaga. A modelagem a serviço do corpo e não o corpo a serviço do mundo. Dá ênfase aos ombros, cintura e quadris, mas são os recortes e as cores seus pontos fortes; segundo afirmou, parte da moulage para a criação, ou seja vai construindo no manequim a roupa. Suas criações tem um pouco dos anos 40, de forma bastante contemporânea.
http://www.marquiscamus.com/ outro site que vi hoje foi desse artista em biju...gostei das interpretações dele para os movimentos de contracultura dos anos 80: new góticos, vitorianos e cia.
bjs
Paulo André
www.paulandredesign.blogspot.com
A rá!!! ![]()
Acho que estou a um passo de descobrir o estranho enorme aumento de acessos do blog! Recebi um e-mail de um fornecedor de algodão orgânico da Síria! Até dava pra entender europeu me mandando e-mail, a Inglaterra é o maior mercado de moda ética, a França foi pioneira no desfile com o Ethical Fashion Show, o norte da Itália é antenado com a sustentabilidade, etc. e em todo lugar tem gente ou fazendo pesquisa de moda ou querendo vender seu peixe... Mas o Oriente Médio? Só sabia que a Turquia é o maior fornecedor de jeans orgânico do planeta... Agora sim, estou realmente desconfiada de que o blog foi linkado em algum site mais "internacional" de moda ética. Não tem outra explicação...
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Email: ecocotton@gmail.com
Skype ID: Aajfactories
Recentemente, uma professora da Escola de Design (UEMG) lançou um livro com idéias originais. Isso é raro - já li tanta coisa picareta, uns patchworks de idéias dos outros como se fossem de si mesmo, artigos com assunto repetido (mudam só o título, conheço uma turminha de doutor lá na ED que é expert nisso). Aliás, um artigo ótimo sobre o pó de osso bovino usado em porcelana eu li tanto escrito por uma turma da USP quanto da UFRGS: o mesmíssimo artigo! Na dúvida, não citei nenhum dos dois artigos na minha pesquisa de jóias e química. Enfim.
Mas, de vez em quando, a gente avista uns nenúfares no meio das vitórias-régias estagnadas na água. E aí, vale a pena conhecer melhor.

O trabalho da profª. dra. Lia Krucken contribui (demais) pra questões do design ainda pouco elucidadas, como o território, a identidade cultural num produto, atributos de valor de um produto, nova abordagem de sustentabilidade, o design de serviços, etc. Escrito de forma clara, tem texto coeso e é bem diagramado. E tem mais: essa profª foi orientada, no doutorado na Itália, por ninguém mais, ninguém menos, que o papa da sustentabilidade, Manzini (autor de "O desenvolvimento de produtos sustentáveis", pela Edusp). Taí, então:
DESIGN E TERRITORIO
Autor: KRUCKEN, LIA
Editora: STUDIO NOBEL
Assunto: DESIGN INDUSTRIAL E GRÁFICO
ISBN: 8521314965
ISBN-13: 9788521314967
Livro em português
Brochura
- 23 x 16 cm 1ª Edição - 2009 - 128 pág.
Preço: R$ >33,00 +Cultura: R$ >29,70
Este livro conduz a uma reflexão que vai ao centro de alguns temas do design contemporâneo, em direção ao vasto universo de potencialidades de gerar qualidade nos produtos e serviços. Integrando transversalmente conhecimentos de diversas disciplinas, a obra 'Design e território' aborda um âmbito não convencional à área de design - o território, a biodiversidade, os produtos locais.
Não sei o que houve, se alguém souber me avise. Linkaram o blog em algum site/ blog bem visitado? Divulgaram em algum lugar? Isso aqui tá com quase 100 visitas/dia, nos últimos dias! O que será, que será??? ![]()
Já recebi e-mail de gente da França, de Portugal, de empresários, de artistas plásticos, de estudantes da USP (vários!); até o meu emprego aconteceu por aqui. Mas a interface de um blog do UOL é caótica, é pra uma criança de 8 anos de idade fazer um blog que nem um miojo, ou seja, não tenho como ter um controle dos acessos, só há o contador do nº de visitas, mas não sei de onde vem vcs. nem quanto tempo permanecem...
E hoje vou a Nova Serrana com o big boss para levar meu projeto de calçado ecológico ao meu pai, para ele modelar!
Modéstia a parte e diga-se de passagem, mas o sr. Luiz Carlos Pivoto Duarte é um excelente modelista! Já trabalhou para várias empresas, Klin, Pampili, Bical, Le Cheval, Freedon Fog, Bubblegammers (da Bata Shoes, onde trabalhou 20 anos e aprendeu a profissão), fez cursos no México e em Israel, foi pra muita feira e desfile internacional; agora amarrou o burrinho em NS numa das grandes organizações de lá. E tem a vantagem de ser meu pai! ahahaha ![]()
Finalmente, vou fazer os tão sonhados calçados ecológicos!!! Quantas vezes falei sobre isso aqui... Hoje é uma conquista! ![]()
Bata Shoes Museum: http://www.batashoemuseum.ca/
Um bom livro que eu folheei na Leitura do Pátio Savassi, mas encomendei na livraria da UFMG (lá não paga imposto, então é cheap and chic):
| 99 FORMAS DE CORTAR, COSTURAR, FRANZIR E AMARRAR SUA CAMISETA, TRANSFORMANDO-A EM ALGO ESPECIAL Conceito do Leitor: Seja o primeiro a opinar Autor: SCHULTZ, ELLEN Autor: BLAKENEY, JUSTINA Autor: BLAKENEY, FAITH Autor: LIVAKOVIC, ANKA Tradutor: MUDS, PETER Editora: SENAC SAO PAULO Assunto: MODA |
Pistache & Banana, que trabalha com produtos orgânicos, ensina crianças a criar e a valorizar o contato com a natureza em oficinas mensais.
Você quer que seu filho só pense em vídeo game e nos brinquedos eletrônicos novos que estão para ser lançados antes do Natal? Se a resposta é não, uma forma de apresentar a seu filho uma alternativa ao mundo virtual dos jogos são as oficinas da Casinha na Árvore, que serão realizadas mensalmente, até Outubro.2009 pela grife de roupas infantis Pistache & Banana, na Vila Madalena, em São Paulo.
A Pistache & Banana faz roupas infantis produzidas com matéria-prima orgânica e dentro do conceito de comércio justo, em que toda a cadeia produtiva é tratada com respeito, da remuneração às condições de trabalho.
Em parceria com a Casinha na Árvore, a Pistache&Banana desenvolveu cinco encontros mensais de uma hora e meia em que as crianças serão incentivadas em ter mais contato com a natureza, a colocar a mão na terra para plantar e a aproveitar materiais reciclados para criar objetos usando a criatividade e as próprias mãos.
Gratuitas, as inscrições poderão ser feitas por telefone. Para maior aproveitamento, serão apenas 12 crianças em cada oficina. São cinco sessões de participação independentes – embora, quem quiser, possa vir mais de uma vez.
Veja a programação e seu agende a melhor opção para o seu filho:
Oficina No. 1 – Hora de Plantar
Data: 06.junho, às 10H30
A turminha vai aprender a plantar e cuidar de plantas com a criação de hortas em recipientes reciclados, como garrafas pet e pneus usados.
Data: 06.junho, às 10H30
Oficina No. 2 – Oficina de Brinquedos
Data: dia 11 de julho, às 10h30
Com a participação de um contador de histórias, as crianças vão acessar muita informação e aventuras da Turma da Árvore, composta por crianças e animais como o joão-de-barro e uma preguiça. Vão aprender a criar tartaruguinhas verdes de garrafa pet e saber mais sobre a extinção de algumas espécies e como devemos cuidar bem delas.
Oficina No. 3 – Dia de criação
Data: dia 08 de agosto, às 10h30
No terceiro encontro, serão criados móbiles decorativos com materiais reciclados a partir de materiais coletados pela loja.
Oficina No.4 – Receitinhas Verdes
Data: dia 12 de setembro, às 10h30
A turma vai para a cozinha, usando ingredientes orgânicos, criando receitinhas com alimentos saudáveis e aprendendo a evitar o desperdício.
Oficina No. 5 – Arte natural
Data: dia 10 de outubro, às 10h30
Na última oficina da série, a criação de painel a partir de tintas de pigmentos naturais e terra.
Serviço:
COMO SE INSCREVER
Telefone: 11 2528 8280
Local das oficinas: Loja Pistache & Banana
Endereço: Rua Harmonia, 198 - Vila Madalena
Como chegar: http://www.apontador.com.br/local/sp/sao_paulo/confeccoes_e_vestuario/C4036562170F1O0F18/pistache___banana.html
Obrigada,
Daniela Feldens
Relações com Imprensa
(11) 3477 1182
(11) 8383 8995

De nada, de nada... ![]()
Vou mandar um e-mail pra essa marca, como quem não quer nada, "tipo assim", comentando que dia 25 de maio nasce minha meio irmã, que no mês passado nasceu a meio irmã do meu namorado, que em setembro nasce a sobrinha dele... "Tipo assim", três meninas que vem nuas ao mundo, precisando de roupinhas... Vamos ver se há um feedback aí, né?
Ou é só "venha a nós" e ao "vosso reino" nada?
Uheuehuehe Estou de brincadeira! ![]()
Fazia tempo que eu não saía para peregrinar em bares de madrugada. Nem sabia mais o que se estava usando. Fui de LBD (essa sigla, little black dress, tomou conta de toda a mídia de moda do mundo!), saltão 15 e jaqueta Zoomp pra descobrir que a galera tá usando a roupa da escola à noite. Enfim. Não errei, mas também não acertei. 
O fato é que num desses bares "+/-" da Savassi, a galera tava escolhendo as músicas pra tocar. Várias tribos = vários estilos musicais. Tocou de tudo. A música era um pano de fundo até que... tocou Mamonas Assassinas!
Todas as pessoas (menos eu) nas mesas, em pé, ébrias e sóbrias, cantaram, a uma só voz, que nem coro de igreja, os Mamonas.

Será, será que a gente precisa ir beber na informação gringa de que as pessoas estão manifestando o retorno aos 90? Obviamente, não.
Vamos mais fundo, então. Nos anos 90, vivemos a época gloriosa do domínio americano, o próspero governo de Bill Clinton, a prosperidade fake do plan o real de FHC (na real, foi o Itamar Franco), a abertura às importações (quantos produtos americanos e paraguayos!) por Collor, Game Boy, Barbie, Patricinhas de Beverlly Hills, Barrados no Baile, Família Dinossauro, Donna Karan, Calvin Klein, Zoomp, Forum, Disneylândia, revista Capricho, Nirvana, etc, etc, etc. Melhor pode ser visto em:
Almaque Anos 90: http://www.almanaqueanos90.com.br/default.asp Esse livro é onipresente nas bancas e livrarias. 
E agora, Joseph?
Depois da era de medo, terror fake de Bush, o antiamericanismo que se manifestou no mundo todo (o McDonalds até faliu na minha Pouso Alegre-MG), vivemos novamente a promessa de tempos áureos (aqui fareja-se também os anos 50 e os Kennedy) com Obama. Nostálgico, não? Acho que já falei, tem tempo, do retorno do grunge, etc. Nem vou avisar de novo. Pra encerrar, então, nosso papo no dia das mães:

"Não é a mamãe!"
ehehe
Deus ou algum equivalente finalmente ouviu minhas preces e, eis que hoje, me concedeu a graça da presença de designers gráficos na empresa! E talentosos!
Vendo o portifólio de um deles, transportei-me pras páginas da minha primeira revista Zupi, comprada na bienal de Design Gráfico de 2006, em SP, e fui relembrando da bienal, das coisas boas que vi. Uma sinapse auspiciosa!
Tô fazendo uma fézinha pra que dê certo o casamento com eles!
E se o poderoso chefão entender e aceitar que o site, as tags, as etiquetas, os folders, as malas-diretas, os catálogos, as estampas, as marcas, a comunicação corporativa, a sinalização da empresa e certas embalagens devem ser feitas por designers gráficos - e não por empresários!
ehehe - eu juro que vou a pé, ou melhor, eu vou de joelhos de Belo Horizonte a Aparecida do Norte! E tenho dito.
Uma dica deles, o site The FWA: http://www.thefwa.com/
Mudando de assunto. Estava organizando a bagunça
da minha papelada de Moda Ética e me deparei com uma anotações de tags e etiquetas sustentáveis. A saber:
A Haco é maior empresa de etiquetas do país; depois dela, vem a Etical, a que eu ganhei o 1º prêmio lá das etiquetas, dois mil reais, muita honra e circunstância. Pena que esse ano, parece que não haverá esse consurso, pois a plataforma de divulgação - as palestras de moda do Projeto Amanhã da RM Desenvolvimento - tornou-se (toscamente) virtual: http://www.bercodetalentos.com.br/demo1/barra_botoes.htm
Opa! Eu fui o visitante dezesseis mil e TREZE - meu número da sorte!!!
ahaha
O blog está com uma média de 65 visitas/dia. Bão!!! ![]()
Primeiro, as dicas do meu só-elogios professor de Desenho e Ilustração de Moda, da UFMG, Paulo André:
Em tempo, o blog dele é: http://www.paulandredesign.blogspot.com/
E eu estou de olho na Rodarte... http://www.rodarte.net/
Por fim, dicas ótimas da livraria da rodoviária de BH. Hoje comprei mais uma dessas revistas Telva da vida (comprei a Woman, ??), que veio com uma bolsa de viagem. Aliás, eu comprei foi a bolsa que veio com a revista, por menos de 14 reais. Bom, né? Mas, bom mesmo é passar lá as sextas-feiras à tarde, onde revistas importadas caríssimas são vendidas, sem as capas, por preços módicos, como DOIS REAIS. Isso tem uma explicação: para comprovar que a revista não foi vendida, o intermediário/vendedor manda para a distribuidora, por correio, apenas a capa da revista, pra baratear o transporte; o miolo, então, é sucateado por essa quantia módica. Mas é ótimo, não?? ![]()

Olhos desenhados na aula...

Dias atrás, uma pessoa do "alto escalão" da Escola de Design (UEMG), me ligou e começou a sondar... Quando que eu me formava ("daqui um ano e meio"), se eu estava sabendo que a ED vai abrir um curso de moda (to cansada de saber, mas disse "é mesmo?"), que a diretoria já está procurando professores pra dar aula nesse curso, que Sustentabilidade e Moda será uma das linhas de pesquisa/educação... Enfim, todas as indiretas, que saquei na hora. Ou melhor, como dizem os belorizontinos, eu "fraguei". Cortei as indiretas com uma diretona: "eu tenho interesse sim, meu perfil é teórico, há muita coisa que eu estudo e tenho pensado que não consta no blog". Curti, curti muito, eles estarem de olho em mim; é uma lisonja e reconhecimento do meu trabalho. Legal ser chamada pra ensinar, mesmo tendo tanto a aprender. ![]()
E foi o que aconteceu hoje também, no trabalho. O poderoso chefão sugeriu (=mandou) que eu desenvolvesse o conceito da próxima coleção (nós estamos super atrasados! estamos começando o verão 2010!) pro estilista desenhar parte da coleção - a outra parte, bem maior, serei eu (eu??
) que desenharei. Parece até bizarro e prepotente, sinto que vou ensinar o padre a rezar a missa. Mas sugestões e pedidos são ordens... Será minha primeira coleção de vestuário e de acessórios (essa já está pronta pra produção)!!!
E ela vai direto pro Ethical Fashion Show!!!
Cara... há um ano atrás, eu nem sonhava com isso. De repente, "não mais que de repente", da platéia, fui pro palco. ![]()
Enfim, é muito bom saber que a máfia toda confia no meu taco!
Agora, só falta chover na minha horta! ahaha 
Tenho pensado numa revista feita por uma panelinha paulistana, que se diz carbon free na capa (mas que no miolo não tem nada de apelo sustentável/ecológico/ético), muito bem feita, bonita, com editoriais conceituais, que nem fala tanto de moda-roupa, mas de comportamento-moda... Essa revista está com uma edição excelente nas bancas, sobre crença e com os últimos desfiles da SPFW... Estou até com vontade de assiná-la. É muito digna, apesar de sustentavelmente incoerente. C'est la vie...

MAG SPFW: http://www.spfw.com.br/mag.php
Na real, esta reportagem não conta nenhuma novidade, nada que a gente já não esteja careca de saber, mas foi a melhor coisa escrita que encontrei sobre o Minas Trend Preview, evento de moda mineiro que não consta no calendário oficial de moda brasileiro, mas que quer ser gente grande.
A Riviera Francesa transportada para o sertão de Guimarães Rosa serviu de prévia para o diálogo que se estabeleceu na passarela de abertura do Minas Trend Preview (evento que terminou ontem e antecipou as novidades do Verão 2010), onde 22 marcas se apresentaram, no Expominas, na noite do último dia 28.
Fonte: Jornal Hoje em Dia, em: http://www.modaminas.com/site/materias_det.asp?id=1107&c=1
Enquanto os salões do lugar ostentaram a inusitada dobradinha Minas/França (fruto do trabalho de cenografia assinado por Clarissa Neves, Paulo Waisberg e Fernanda Jaccques), na passarela primavera/verão 2009/2010 a diversidade de estilos fez um recorte do que será moda na próxima temporada.
“Cada vez mais o mundo encolheu, as coisas se misturaram e as cidades têm ganhado a identidade do lugar. O Minas Trend Preview reflete a identidade de Belo Horizonte e de Minas”, reitera o estilista Ronaldo Fraga, convidado especialmente para coordenar o desfile de inauguração da 4ª edição do evento. Sob forte apelo do conforto e em respeito à democracia de estilos, roupas e acessórios da terra do pão de queijo, da nascente do São Francisco e do sertão de Guimarães Rosa se reportaram à própria história e trajetória para construir peças exclusivas e em consonância com o desejo da consumidora.
Em tempos bicudos e de crise, a tríade simplicidade, leveza e estética [essa palavra significa tanta coisa diferente, não? ah, esses mal uso dos conceitos abstratos da filosofia...] permearam o foco de designers e estilistas, que apostaram suas fichas no retorno triunfal de cores, tecidos e influências que remetem à natureza. [Na Europa, só dá verde e azul, cores que casam perfeito com a "história" da natureza].
Na estação mais quente do ano, a busca pelo frescor pontua parte da coleção da Squadro, com linhos, cambraias, seda jacquard, rendas e organzas de seda emprestando transparências e suavidades. A proposta da marca é criar volumes sutis em contraponto à transparência. Daí o macacão fazer duo com maiô ou body, megatendência tanto na areia quanto no asfalto.
O estilista Victor Dzenk também traduziu o espírito do verão em tecidos leves e fluidos como musselines de seda, gazes de seda, sedas com algodão, cetins e jérseis, sem descartar os estruturados shantung e tafetá, presenças incondicionais na roupa festa de sua marca. O visual com apelo de despojamento ganha o requinte de sobreposições e acessórios poderosos, como boleros coloridos (a marca Diarium criou modelito de patchwork em formato de gotas de tecidos), assandalhados pesados e em cores cítricas, colares artesanais imensos e maxibolsas (sim, continuam a imperar). Na mesma linha de inspiração na natureza, o romantismo com cheirinho de afeto pede passagem na estampa quase idílica que compõe o microvestido Diarium. O look só não finca pé no romantismo por força da modelagem arrojada do little dress de ombro só e shape levemente abaulado.
O efeito trompe l´oeil que deu fortemente o ar da graça do tricô de inverno parece não ter saído de cena. Prova disso é que algumas peças do verão, como por exemplo, vestidos ostentam composição de saia, blusa e corselete. Puro jogo de ilusão. A ilusão óptica percorre também a linha de alfaiataria (aposta da marca Graça Ottoni), com camisas que se desdobram em vestidos e vice-versa.
O foco da temporada é parecer descontraída sem realmente abrir mão da elegância [tem mais de ano que eu só falo de elegância despojada neste blog...]. Nesse jogo, torna-se imprescindível coordenar peças leves. Que tal misturar macaquinho, vestido e echarpe [lenços leves estão super em alta]? Ueda, responsável pela edição no desfile de abertura, conseguiu realizar essa proeza em look superfofo ostentado pela modelo Marcela Corrêa. A Alphorria Cult, por exemplo, não dispensou maxicolete sobre vestido tomara-que-caia em tom verde-musgo. O segredo é reunir tecidos naturais, peças simples e cores neutras como nude, beges, off-whites e cáquis [isso é a cara da moda ecológica/sustentável/ética]. Mas se falta matéria-prima com a coloração pretendida (e em temporada de pré-lançamento essa é a grande reclamação dos designers e estilistas), a alternativa, segundo Luiz Cláudio Silva (responsável pela marca Apartamento 03, estreante no evento) é tingir tecidos crus. Foi o que fez o estilista. Inspirado no livro “O Casaco de Marx”, de Peter Stallybrass, que conta de maneira poética nossa relação com as roupas e com as coisas em geral, o designer prestou homenagem a todos os funcionários responsáveis pela fabricação das roupas da Apartamento 03, desde a modelista, passando pela arrematadeira, chegando a pilotista, sem descartar a faccionista e a cortadeira. A homenagem se estendeu em belíssimos vestidos de colorido vibrante e sutis transparências. “É desse jeito que idealizei a alma das pessoas que fazem a roupa de minha marca e da coleção verão 2010”, sintetiza Silva.
A receita de sucesso do Minas Trend Preview vem se repetindo a cada edição do evento. Fora do eixo Rio/São Paulo, onde o Fashion Rio e o São Paulo Fashion Week integram o calendário oficial brasileiro de moda, a capital mineira saiu na frente, apostando em um formato já consolidado nos Estados Unidos e Europa, quando as grifes lançam coleções intermediárias, também conhecidas como pré-coleções. O formato, inédito no Brasil, ganhou nome de coleção resort ou cruzeiro no mercado externo e tem como objetivo suprir o mercado interno que fica desabastecido durante a entressafra verão/inverno. Além disso, funcionam como uma espécie de termômetro, com capacidade de medir a aceitabilidade de tecidos, shapes e cores.
Artesãs de Uberlândia aproveitam resíduos da indústria têxtil para fazer bolsas, tapetes, broches, colares e pulseiras. Capacitadas pelo Programa Sebrae de Artesanato, elas transformam o que iria para o lixo em fonte de ocupação e renda. As peças são alguns dos produtos comercializados durante a exposição de artesanato, que começa 6 de maio, em Uberlândia.
Com aproximadamente 200 confecções na cidade, o que não falta é matéria-prima. Tudo é reaproveitado, desde linhas a pedaços de tecidos e retalhos de couro. “Nada vai para o lixo. Essa é uma forma barata, ecologicamente correta e lucrativa de fazer artesanato”, explica a artesã Cláudia Mendes.
Há 10 anos, Cláudia deixou de lado a carreira de economista para trabalhar com o artesanato. No começo fazia bijuterias com miçangas e metais. Com o tempo, ela percebeu que as peças feitas manualmente eram mais valorizadas. Hoje, retalhos de panos e restos de linhas de tecelagem são moldados e transformados em bonequinhas e flores que compõem colares, chaveiros e broches.
Depois de ter participado do Programa Sebrae de Artesanato, Cláudia começou a se preocupar em reproduzir nas peças a história e a cultura local. “O SEBRAE me estimulou a fazer mais pesquisas sobre a identidade regional e buscar matérias-primas abundantes na região. Foi assim que descobri os resíduos da indústria”, conta.
Para a artesã Cleide Ferreira o reaproveitamento do material é tradição na família. Ela aprendeu a técnica de produzir tapetes e bolsas com tirelas - sobras do corte do tecido -, com a avó, que foi homenageada com o nome do negócio: Tear da Vovó.
Todos os produtos são confeccionados em teares centenários. A artesã conta com a ajuda de seis pessoas na produção. Ela compra mais de meia tonelada de matéria-prima, por mês, diretamente das confecções da cidade. Para se ter uma idéia do trabalho são necessários 25 quilos de material para fazer uma tapete de 2 metros de comprimento. “Aprendi a aprimorar o meu produto resgatando técnicas centenárias da tecelagem regional e familiar, sem nunca esquecer do compromisso com o meio ambiente”, diz Cleide.
As artesãs fazem parte de um grupo de 22 participantes do Programa Sebrae de Artesanato, que começou no ano passado em Uberlândia. Elas receberam consultoria em design, capacitações técnicas de vendas, cultura da cooperação, atendimento a clientes e ampliação de mercado com participações em feiras. “O Programa pretende valorizar a identidade cultural e as potencialidades locais, mostrando uma maneira sustentável de fazer artesanato e gerar renda e trabalho para muitas famílias da região”, explica analista do SEBRAE/MG em Uberlândia, Fabiana Queiroz.
O resultado do programa pode ser conferido na exposição, realizada na próxima semana durante a mostra dos trabalhos.
Exposição
6 a 9 de maio
Abertura 6 de maio, às 19h
Ateliê Maristeles Crosara - Rua Javari, 41 – Lídice
Entrada franca
Uberlândia/MG
Fonte: Assessoria de Imprensa do Sebrae-MG - em 05/05/2009
Fichamento de matéria da revista Vida Simples, janeiro 2009, “Vista saúde”
§ A moda judiava do corpo: corseletes, perucas, saias abafadas, meias finas
§ Hoje: modelagem mais ampla, conforto, tecidos com toque macio convivem com saltos agulha, jeans justos, bolsas enormes
§ Será que entendemos que as roupas e os acessórios que vestimos podem gerar mais ou menos saúde?
§ Há marcas que se voltam para o conforto, os tecidos orgânicos com tingimento natural, que apostam forte nas sapatilhas e em roupas vindas de comércio justo
§ Calçados
o O couro ventila, deixa a pele respirar; o sapato sintético é quente
o escolher um tênis com meio ou um número maior que o seu
§ pijamas
o pijamas 100% poliéster cheiram mal: “a fibra de poliéster retém detritos da pele. Por isso, ela segura o cheiro do suor”
o há um desenvolvimento inédito com o algodão, com comportamentos de fios e gramaturas diferentes, malhas novas -> preferência do algodão por conceito, estilo de vida
o evitar pijamas de elásticos, punhos e golas
§ roupas íntimas
o a calcinha não precisa ser inteira de algodão, basta o forro
o modelo string, de lateral fina e com regulagem, que faz a peça se adaptar a cada corpo sem deixar marcas na pele
o modelo boxer feminina, de cintura mais baixa, grande no bumbum e sem costura nas virilhas: ideal para quem tem irritação ou pelos encravados
o sutiã saúde: aquele que posiciona a mama em seu lugar correto e ajuda a postura de quem tem seios pesados
§ roupas esportivas
o funcionalidade e performance
o lycra+supplex
o tecnologia bacteriostática
o conceito easy-care, que seca rápido e não amassa
o santaconstancia: fabricante de tecidos tecnológicos para esportes no Brasil: http://santaconstancia.lecom.com.br/
o roupas com filtro solar
§ Fios tratados com uma barreira química, o absorvedor de UV ou
§ Fios tratados com uma barreira física integrada à trama do tecido, o dióxido de titânio
§ Em ambos os casos, a proteção resiste à lavagens
§ Óculos escuros
o Uma das principais causas de degeneração do olho, principalmente da retina, é o raio ultravioleta do sol
o Polarizador na lente: tira o brilho na piscina ou na neve
o Tratamento anti-embaçante
o Armações de policarbonato
§ Calças
o O que importa não é tanto o tecido, mas o modelo
o calça muito apertada atrapalha a circulação, pode piorar a celulite, aumentar a pressão venosa, estimular o aparecimento de varizes, gerar mal-estar digestivo
o a altura da calça não influi na saúde
§ blusas e camisas
o “A melhor roupa na parte de cima do corpo é a que nos abraça sutilmente”
o “o tecido sempre terá uma interação com a pele”
o “a pele é um órgão de defesa”
§ Tecidos
o Até o meio do séc. 19 a moda era baseada no algodão, na seda e no linho
o “A seda seria a que melhor sensação traz para a pele porque sua fibra é parecida com a do cabelo. Então, o corpo identifica esse contato como vindo do próprio corpo”
o anos 20: Viscose: vinda da celulose da polpa da madeira
o Anos 40: poliamida, nylon, fibra acrílica, poliéster
§ Tecidos pesados, ásperos e calorentos
§ Sinônimos de roupas de 2ª linha
o Anos 80 e 90: microfibras: fios mais finos que ganhavam maciez, mas mantinham durabilidade
o Tendência forte entre camisas masculinas: tratamentos químicos que tornam o tecido 100% livre de vincos
Post-jabá pro namorado mais amado... ![]()
Food Design Blog: http://fooddesignblog.wordpress.com/
